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Mostrando postagens de setembro, 2020

Beleza feminina

Beleza feminina Tão meiga e delicada Como a seda de uma flor Que realça e deixa mais linda Os dias na suavidade do amor. Mulher! És forte e bela Prudente por natureza És  pura beleza  Programada para o amor. Sua simplicidade Mistura com vaidade Do aroma do desejo Como estralo De um trovão. Sua imponência Demonstra  eficiência De um ser espiritual. Como és linda! Perfeita e divina! Tão sensual! És  obra prima A mais linda E primordial. Não tem outra definição És doce e perfeita És o caminho da imaginação. Beleza feminina! És sublima Superior em qualquer ocasião És luz! Dá-se a luz! Produz vida És querida! Amada e desejada Por quem sabe amar. Não tens começo Nem fim… És para mim Sem definição Por mais que tente falar Não tem como explicar A beleza feminina. Oziel de Sousa Lima leite, 20/09/2020 Ozielleite

O tempo não pára

O tempo não pára O que passou passou! Não tem como voltar O tempo corre, não pára E nem descansa É uma lembrança Que não volta mais É como as águas de um rio Que pode até fazer contornos Mas segue firme, não volta Tomando toda forma possível Mas segue em frente Sem olhar para trás. Assim já dizia Belchior O passado é uma roupa velha Que não nos serve mais… O corpo modifica O que ficou para trás fica E não serve mais É um passo pra frente Não é diferente Do que se faz. O tempo! Ah! O tempo! Corre com o vento Sem sentimento Em único desejo Seguir em frente… Oziel de Sousa Lima leite, 19/09/2020 Ozielleite

Beleza feminina

Beleza feminina Tão meiga e delicada Como a seda de uma flor Que realça e deixa mais linda Os dias na suavidade do amor. Mulher! És forte e bela Prudente por natureza És  pura beleza  Programada para o amor. Sua simplicidade Mistura com vaidade Do aroma do desejo Como estralo De um trovão. Sua imponência Demonstra  eficiência De um ser espiritual. Como és linda! Perfeita e divina! Tão sensual! És  obra prima A mais linda E primordial. Não tem outra definição És doce e perfeita És o caminho da imaginação. Beleza feminina! És sublima Superior em qualquer ocasião És luz! Dá-se a luz! Produz vida És querida! Amada e desejada Por quem sabe amar. Não tens começo Nem fim… És para mim Sem definição Por mais que tente falar Não tem como explicar A beleza feminina. Oziel de Sousa Lima leite, 20/09/2020 Ozielleite

Infinitude do tempo

A infinitude do tempo Estou aqui matando o tempo No meu pensamento Que insiste em passar Como o tempo, que passa E me consome Com seu relógio Que não para de funcionar Deixando o que é presente Em passado E o futuro por vir Em presente tão próximo Que me faz saber Que o tempo não pára E nem volta É uma linha reta Num movimento  Uniforme e invariável Que transforma Em um ciclo. E a vida é passageira E não queira duvidar Ela passa! E o tempo? Continua seu destino Onde o infinito Talvez seja seu ponto De partida Esperando o exato momento Para recomeçar… Ozielleite, 17/08/2020

Vamo alí na bodega!

Vamo alí na bodega! Quando chego em Sertânia Procuro o que fazer Como não faço nada Só resta beber Ei! Vamo alí na bodega tomar uma meiota? Depois nós volta pra tomar mais um quarto de pitu Eu e tu na bodega de Zé Lúcio Tomar uma meiota de pinga Pra esquentar os nervo Que se não morro de desejo De comer uma buchada Bem caprichada lá em Tutinha Onde era a rinha. Perto da estação Tomar mais dois dedos caprichado No bar de Zé mago Na rua das tabocas Perto da casa de Doca Comer arroz com farofa Cuscuz com macaxeira Comprado na feira No sábado que passou. Ei! Vamo lá tomar uma  no bar? Escutar os cantor Numa roda de prosa Kalu Vital no violão, Cieldes na percussão Acompanhados dos trovadores Poetas declamadores Galdêncio Pereira, Felipe Moraes e  Júnior Cordeleza. Que declamam com destreza O cordel do meu sertão. Oziel de Sousa Lima leite, 08/09/2020 Ozielleite

Vamo alí na bodega!

Vamo alí na bodega! Quando chego em Sertânia Procuro o que fazer Como não faço nada Só resta beber Ei! Vamo alí na bodega tomar uma meiota? Depois nós volta pra tomar mais um quarto de pitu Eu e tu na bodega de Zé Lúcio Tomar uma meiota de pinga Pra esquentar os nervo Que se não morro de desejo De comer uma buchada Bem caprichada lá em Tutinha Onde era a rinha. Perto da estação Tomar mais dois dedos caprichado No bar de Zé mago Na rua das tabocas Perto da casa de Doca Comer arroz com farofa Cuscuz com macaxeira Comprado na feira No sábado que passou. Ei! Vamo lá tomar uma  no bar? Escutar os cantor Numa roda de prosa Kalu Vital no violão, Cieldes na percussão Acompanhados dos trovadores Poetas declamadores Galdêncio Pereira, Felipe Moraes e  Júnior Cordeleza. Que declamam com destreza O cordel do meu sertão. Oziel de Sousa Lima leite, 08/09/2020 Ozielleite

Viva o presente

Viva o presente Não vivo do passado De sonhos reprimidos Desejos atrasados Envolta de suspiros. Não sou idealista Por causas perdidas De um passado sem volta Que vive na premissa. Sou o presente ausente De um passado do futuro Vivendo o enredo da vida Que vale apena sentir. Sentir a vida que passa A cada instante vivido Não seja esquisito Nem queira duvidar O que se foi não voltará É como a água do rio Por mais que tente É água corrente Será diferente e não verás Ser o que era antes Não importa a saudade Se fala a verdade O que passou passou Tempo nostálgico Que o passado levou Sonhos reprimidos Aproveitados ou perdidos Não volta mais Nem adianta sonhar Se contente com o presente É como o próprio nome fala É um presente! Devemos apreciar Cada momento vivido Por mais que não seja esquecido Mas não voltará. Seja coerente Viver do passado Não é seguro, é inconsequente Seja daqui pra frente Tudo diferente Não viva a relembrar O passado passou Viva o presente E a vida segue. Oziel de Sousa ...

Vamo alí na bodega!

Vamo alí na bodega! Quando chego em Sertânia Procuro o que fazer Como não faço nada Só resta beber Ei! Vamo alí na bodega tomar uma meiota? Depois nós volta pra tomar mais um quarto de pitu Eu e tu na bodega de Zé Lúcio Tomar uma meiota de pinga Pra esquentar os nervo Que se não morro de desejo De comer uma buchada Bem caprichada lá em Tutinha Onde era a rinha. Perto da estação Tomar mais dois dedos caprichado No bar de Zé mago Na rua das tabocas Perto da casa de Doca Comer arroz com farofa Cuscuz com macaxeira Comprado na feira No sábado que passou. Ei! Vamo lá tomar uma  no bar? Escutar os cantor Numa roda de prosa Kalu Vital no violão, Cieldes na percussão Acompanhados dos trovadores Poetas declamadores Galdêncio Pereira, Felipe Moraes e  Júnior Cordeleza. Que declamam com destreza O cordel do meu sertão. Oziel de Sousa Lima leite, 08/09/2020 Ozielleite

Ciclo da vida

 Ciclo da vida Não adianta correr! Ter medo e não querer Ninguém quer ir... Mas tudo tem o seu dia! Ele chegará… Se não tem vícios? Fala Cortella! Serás um cadáver virtuoso Sem nenhum vício Se tiveres vícios Serás um cadáver viciado Mas quem se cuida e malha Ficará lindo no caixão Com abdominais definidos Independente de ser ou não ser De ter ou não ter Virtuoso ou não Malhado, definido ou não Não importa! Terás o teu fim… Não interessa se és Feio(a), bonito(a), rico(a) ou pobre Todos iremos para o mesmo lugar Não adianta chorar E nem querer ir Pois um dia iremos... Talvez não seja o fim Talvez o começo Ninguém sabe Quem já foi nunca voltou para falar Mas não queira duvidar O ciclo da vida é inevitável E não vai mudar. Então viva! Curta a vida! Ela é curta! Aproveite! Seja como for, pobre ou rico Com vícios ou não A vida passa, passa e não tem volta O importante é agora Viva e seja feliz. Oziel de Sousa Lima leite, 08/09/2020 Ozielleite

Insignificância

Insignificância A insignificância Do ser arrogante Que acha ser melhor e superior Que outras pessoas e é diferenciado… Só demonstra sua incapacidade, Sua fraqueza e insegurança. Precisa menosprezar, humilhar O seu semelhante Para se sentir a altura do mesmo. Sua antipatia com o próximo Nada mais é demonstração De fraqueza e medo, Prefere o ataque À confrontar seus delírios De insatisfação consigo mesmo. É o medo de ver em si mesmo Aquilo que acha dos outros… E o torna tão agressivo Por não suportar Sua insignificância Mas não sabe ele(a) Que ninguém é mais que ninguém Somos todos iguais Independente de cor, raça,sexo  Religião, etnia,país e situação financeira... Somos todos iguais Formados de carne e osso Vindo da terra E voltaremos para ela Do jeito que chegamos Retornaremos… Oziel de Sousa Lima leite, 26/08/2020 Ozielleite

Cidadão!

CIDADÃO! A sociedade tem proposições em excesso É mistura de interesses dispersos Muitos até legítimos... Fora os de desejo próprio Lucrando em nome das causas nobres Tais como a pobreza da esquina Que discrimina a sociedade Tornando o ser em marginal Marginalizado pelo que tem E não pelo que é, seu caráter ou moral E com toda certeza, Impedindo a engrenagem da vida Com a  ineficiência medíocre Dos que pensam em verdades absolutas Mas não sabem que tudo gira e não para de girar Na inconstância da incerteza Dentre inúmeras possibilidades Que cada indivíduo deve ter Seus direitos e deveres Sem medo de ser O que realmente é Cidadão! Oziel de Sousa Lima leite, 01/09/2020 Ozielleite